O Instituto AMRASE democratiza o acesso à tecnologia aeroespacial e à radiocomunicação, formando a nova geração de cientistas e desenvolvendo soluções para o futuro do nosso planeta.

QUEM SOMOS
Fundado em 2006 no Rio de Janeiro, o Instituto de Radiocomunicação e Pesquisas Aeroespaciais (AMRASE) é um polo científico de interesse público e sem fins lucrativos. Nossa missão é integrar a comunidade acadêmica e a sociedade, promovendo a educação gratuita e a cultura científica por meio de projetos práticos e de alto impacto tecnológico.

NOSSOS PILARES
- Educação & Aperfeiçoamento (Hands-on): Desenvolvemos programas pedagógicos nas áreas de eletrônica, radiotécnica, aeronáutica, radioastronomia e tecnologia aeroespacial para estudantes técnicos e universitários.
- Inovação & Sustentabilidade: Projetamos e construímos, em parceria com centros de pesquisa, experimentos aeroespaciais educacionais de baixo custo. O foco é aplicar tecnologias alternativas na preservação e defesa do meio ambiente.
- Integração Científica: Fomentamos a troca de experiências promovendo o encontro de engenheiros, pesquisadores, professores e estudantes em congressos e simpósios nacionais e internacionais.

Radiocomunicação: (Origem: do latim “radius” = raio + “communicare” = partilhar).
- O que é: É a tecnologia de enviar e receber informações de forma invisível através de ondas eletromagnéticas.
- Na prática: É a mesma base científica que faz o seu Wi-Fi, o Bluetooth e o celular funcionarem, mas aplicada para comunicar com satélites, foguetes ou estações de pesquisa distantes.
Radioastronomia:
- O que é: Enquanto a astronomia tradicional usa telescópios com lentes para “ver” a luz das estrelas, a radioastronomia usa grandes antenas parabólicas para “ouvir” as ondas de rádio emitidas por galáxias e corpos celestes, revelando fenômenos que são invisíveis aos nossos olhos.
Experimentos Aeroespaciais de Baixo Custo:
- O que é: No passado, ir ao espaço custava bilhões. Hoje, usamos componentes eletrônicos modernos (muitas vezes semelhantes aos de smartphones) para criar minissatélites (como os CubeSats), balões meteorológicos ou sondas de alta altitude. Isso permite que estudantes universitários literalmente coloquem a mão na massa e enviem tecnologia para a estratosfera ou para a órbita terrestre.
